domingo, 6 de janeiro de 2013

Sonhando em viver




Possuo, de vez em quando, um tipo de humor peculiar. Pode chamar do que quiser. Isso não me importa. O que importa é a capacidade disso fazer minha cabeça mudar de ideia inúmeras vezes, infinitas vezes. Até chegar o momento em que eu não quero mais nada, só o que eu quero é acabar com o desconforto que estou sentindo e nem sei por quê. Por que sentimos o que sentimos e queremos o que queremos? De onde surgem nossas ideias? Por que queremos tanto, tudo, toda hora. Será que existe algum momento em que deixamos de querer algo? Nossa vida é movida a quereres. Parando para pensar, se não quiséssemos nada, estaríamos com um problema. Somos movidos a sonhos, desafios. E quando não existir mais sonhos? De que adianta? Não adianta.
Sou a favor dos sonhos, de quantos quiser, eu tenho vários, infinitos e vou continuar tendo até realizar todos, ou pelo menos tentar. Isso que me move, que me faz viver. Sonhar faz bem, sonhar faz viver. 

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Lição para mim



Sou cheia de medos. É isso que posso dizer. Sumidos muitas vezes resolvem aparecer. Medos nunca andam sozinhos. Desde quando se tem um só medo? Isso existe? Partindo do ponto de que nunca foi ouvida tal coisa, a hipótese é formada. Medos andam em grupos. Grupos que ocasionalmente se juntam e formam uma onda de medos, mas que também andam em grupos separados, pequenos, e vem aos poucos, feito gota de chuva. E o que fazer com isso tudo? Nada. Sofrer, chorar, desentender, pensar, pensar, pensar e mandar passar. Pensar e enfrentar, mostrar a cara para a vida e se deixar viver. Pode sofrer, mas amanhã tem que esquecer. Nada de deixar os medos mandarem em você. Eu criei, eu destruo. Eu mando. Eu faço.

domingo, 11 de novembro de 2012

Você


Você foi quem eu mais amei, quem eu primeiro amei. Você é cheio de problemas, e eu também sou. Acho que todo mundo é. Somos bons juntos, bonitos juntos. Você me faz bem de uma maneira que você nem imagina. Eu sou carinhosa, mas não costumo falar isso. Eu reclamo tanto, eu falo tanto, choro tanto. Eu sou um saco. Mas acho que eu me dou liberdade de ser um saco com você. Talvez porque você me aguente. Antes de você eu escrevia de sensações que eu queria tanto ter, agora quase não escrevo. Não escrevo porque as tive com você. O que eu quero mais agora? Quero você. Ficar junto com você, resolver os problemas juntos, e depois que tudo passar, aproveitar a felicidade junto com você.  

domingo, 23 de setembro de 2012

Tormenta

Não sei como começar, então começo dizendo que não sei como começar. Assim me livro de duas coisas (começar e saber como começar).
Agora que já comecei (ok, já posso parar com isso) posso dizer que estou louca de incômodo sem saber o que fazer. Eu não sei o que está errado, mas sei que tem algo errado, ou posso só achar que tem, mas tenho quase certeza que estou certa. 
Ok, desenrolando: Algo de errado está acontecendo e preciso saber o que é porque preciso consertar isso. E estou ficando muito agoniada sem saber o que é. Sou ou é você? Somos nós? Ou não somos e eu estou completamente maluca? É isso? Me ajuda, por favor? Eu to falando sério, mesmo que não esteja parecendo. 
O texto está muito conversativo, diferente do que eu costumava fazer, mas merece ficar, pelo menos por um tempo.

domingo, 8 de julho de 2012

Sou não sou


                                         

Não sou sempre triste, posso parecer, mas quando não sou triste, não estou aqui. Escrever é o que me deixa mais a vontade, é o que liberta meus pensamentos, solta minha alma. Quando estou bem, minha alma já está solta e meus pensamentos já estão livres, só me resta aproveitá-los. Escrever me ajuda nos momentos ruins, e se não tem momento ruim, não tem tantas palavras. Então não sou só triste. Sou tudo, sou qualquer coisa, sou o que sei ser, sou eu. Escrevo quando as palavras pedem para sair, e esse instinto não controlo. Esse instinto, obedeço.

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Paciência



Começo dizendo que estou com preguiça de subjetividade e sentimentos exagerados. Hoje sou eu, falando com você e só.
Isso tudo não passa de um treinamento pra minha paciência. Um treinamento gigantesco. Acho que exageraram. Não precisa ser nesse nível de exagero, ok?
Sim, eu sei, você não suporta quando eu falo sobre isso. Você queria que eu fosse só sorriso, mas nossa, é complicado. Vou falar mais uma coisa que você odeia que eu fale isso é TÃO mais fácil para você. TÃO mais fácil.
Mas, vejamos pelo lado bom, estou treinada, ou sendo treinada. No mínimo, no futuro eu serei muito mais paciente do que seria se não tivesse passado por isso. Agora vejamos pelo seu lado, não se esqueça de toda a paciência que estou tendo com isso tudo, então você me deve no mínimo umas duas massagens e amor incondicional, ok?  

terça-feira, 12 de junho de 2012

Your mind is your world, travel through it. 

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Se importar



Cansei de me preocupar. O que posso fazer? Não posso. Só posso acreditar, só posso esperar. Cansei. Cansei de sobrancelhas apertadas, cansei de bufadas, cansei de lágrimas. É hora de viver, e se quiser se importar comigo, que se importe. Eu não vou mais procurar por isso. Cada ação tem que ser espontânea, não posso forçar ninguém a nada, cada um faz o que quer. O que sua própria consciência manda. E que seja feito então, mas não se arrependa. Nunca se arrependa, nunca dê desculpas. É hora de deixar ser e parar de se importar tanto com cada coisa que não se faz do jeito esperado. É hora de parar de esperar tanto das pessoas. Caso seja importante, não deve ser difícil se importar. 

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Não saudades

Saudades de quando estava tudo normal, de quando sentia saudades por não te ver por uma semana. Saudades das suas ligações reclamando que não sinto saudades, e de quando você já não aguentava mais que eu te ligasse. Saudades das suas besteiras, e do seu sorriso. Saudades de nós. Saudades de não sentir saudades.

domingo, 8 de abril de 2012

Resolução de Ano Novo


Nunca fui uma pessoa que faz resoluções para o ano novo, essa foi minha primeira, então perdão pelo atraso de descobri-la. Esses dias me peguei pensando em como ia ser desesperador se eu viajasse sozinha para fora do país e não soubesse chegar no meu destino. Então parei para pensar em como eu sou medrosa quando estou sozinha. Decidi que essa será minha resolução de ano novo. Fazer tudo que eu precisar sozinha, sem precisar que ninguém me acompanhe. Grande parte das coisas que eu quero fazer será resolvida sem esse medo estúpido. A começar com a ligação para a pizzaria “Olá, queria pedir uma pizza família metade marguerita, metade pepperoni. Pode trazer a maquininha do cartão?”.